por Albert Schmitke Azevedo
A tartaruga e o coelho
No preparo e exercício do ministério, existem
dois extremos a serem evitados. Por um lado, está o lado apático. Aquele que
acha que tudo está absolutamente muito bom. Para este "tanto faz, tanto
fez, tudo tem que continuar como está, não mudo nada e ponto final".
Agora, por um outro lado, está aquele que diz que "tudo está errado,
vamos mudar o mundo!"
Ambas visões estão equivocadas quando se fala
de um ministério eficaz. Sobre a apatia porém, em um outro momento será
abordada esta questão. O enfoque deste texto estará naqueles que desejam
"mudar o mundo". Mais especificamente no caso dos “teologandos”: a igreja.
O tipo de ministério que teremos no futuro é
formado pela visão que construímos dele hoje a partir do seminário, daí a
importância de se entender alguns aspectos mais do que somente "teologia
teórica". Refiro-me com isto que este texto é para aqueles que sentem que
são chamados por Deus à obra de ser pastor de pessoas em uma igreja. Este
"ser pastor de pessoas" envolve cuidar e saber instruir, o que pode
implicar em reforma quando as coisas estão indo em rumos "não
bíblicos". A questão é, como fazer isto?

