Por Gabriel Filipe Reis Correa
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| Gabriel está no primeiro ano de teologia e é também filho de pastor |
Pra ser sincero, quando eu era criança odiava a ideia de ser
um pastor. Sou filho de pastor e meus pais se divorciaram quando eu tinha três
anos. Minha família por parte de mãe nunca me deu uma boa visão desta função. Por
isso, eu tinha esse desgosto pela profissão. Mas os anos foram passando,
comecei a amadurecer e perceber que nem tudo que eu achava sobre ser um
ministro era verdade. Foi a partir daí que comecei a sentir o chamado de Deus.
Eu gosto de pensar
que o meu chamado foi de forma progressiva, faz tempo que o sinto. E ele vai se
confirmando cada vez mais através das várias maneiras que sinto Deus falando
comigo. A principal delas é a leitura, ler “O Desejado de Todas as Nações” foi
decisivo na hora de escolher o curso.
Não posso dizer que a visão que tinha sobre o pastor na
infância era correta. Foi quando eu me aproximei de Deus que pude discernir o
que era verdade e o que era mentira. Eu agradeço muito a educação que o meu pai
me deu, pois ajudou na minha decisão. Sinto um privilégio estar fazendo este
curso e estar me preparando para um dia entrar no ministério e ajudar a
apressar a volta de Jesus.
